PROJETO (QUASE) USHUAIA 2018 – 1º dia

Data: 15/10/2018

É isso mesmo que você está lendo, o título está correto. Conforme divulgamos nas nossas redes sociais, não foi desta vez que chegamos a Ushuaia. Por motivos de problemas na moto, que iremos relatar mais adiante, só conseguimos ir até Bariloche.  Mas decidimos mesmo assim relatar aqui a nossa viagem, pelo menos onde foi possível chegar, pois acreditamos não haver motivos para não compartilharmos o que deu certo e também o que deu errado em nossa aventura. E, verdade seja dita, Bariloche não é nada ruim. Já saímos do Brasil com uma sensação estranha, replanejando todo o nosso roteiro, decidimos descer direto pela Ruta 40 e evitar o Chile (de fato, constatamos que fazer Ushuaia via Carretera Austral do inicio ao fim, mais Torres Del Paine, era um plano bastante megalomaníaco para apenas 30 dias no ritmo que costumamos fazer nossas viagens). Enfim, foi uma experiência diferente da nossa ida ao Atacama em 2017, mas cada experiência é única e a vida é assim mesmo, não somos os únicos a ter passado por isso. Ficamos chateados, com certeza, mas tentamos fazer dos limões uma limonada e podemos dizer que ela ficou ótima. No fim, existiu uma viagem, ela só teve um destino diferente.

Partiu!

Então, neste dia 15 de outubro, saímos de manhã cedo de Porto Alegre para irmos até Uruguaiana pela BR-290. O trajeto foi tranquilo e o tempo estava bom, tirando os buracos costumeiros aqui e ali nas nossas estradas e o enorme tráfego de caminhões, tudo correu bem. Paramos duas vezes para abastecer, no primeiro posto gastamos R$ 53,00 e no segundo R$ 54,00.

BR-290

As estradas no RS (sejam elas federais ou não) realmente não andam lá essas coisas.

Ah, os caminhões…

Paramos um pouco antes de Rosário do Sul para comer um lanche, recomendamos o pastel do Restaurante Le Sorelle (fica à beira da BR-290, ao lado do posto Shell), estava maravilhoso.

 

Pausa para o almoço
Seguindo viagem que tem chão pela frente.

A velocidade se mantinha nessa média
Quase

Chegamos em Uruguaiana por volta das 16h30 depois de rodarmos um total de 620 Km. Nos hospedamos no Hostel Solar dos Tchuccos, que fica bem perto da ponte internacional para Paso de los Libres. A diária saiu R$ 120,00 o quarto para casal, eles só não servem café da manhã. Apesar disso, o dono da pousada, Sr. Fabiano é muito atencioso e prestativo, e o hostel oferece uma linda vista do por do sol e da ponte.

Área interna do hostel

Vista da ponte internacional
🙂

De tardezinha, fomos até a praça central de Uruguaiana e comemos um sanduíche no Subway, estávamos muito cansados. Contando os gastos com alimentação, mais hospedagem e combustível, a despesa do dia foi de R$ 275,00. Fomos descansar cedo para encarar a aduana argentina no dia seguinte. Até mais e pé na estrada!

Barraca e 2°C em Gramado

No último post, apresentamos nossos sacos de dormir, nossos isolantes térmicos e outros acessórios. Agora chegou finalmente o dia de testar esses equipamentos no inverno de Gramado. Por motivos pessoais, tivemos que dar uma pausa nos acampamentos, mas, felizmente, conseguimos retomar no fim de semana do dia 21 e 22 de julho passado. Já sabíamos que iria esfriar bastante na serra, então a expectativa foi grande. Fomos para o Gramado Camping, que fica localizado entre Gramado e Canela, fomos direto pela BR-116.

 

O clima ajudou, pegamos um tempo ótimo na estrada.

BR-116, saindo de Porto Alegre.

O Parque Zoológico de Sapucaia do Sul.

Perto da entrada de São Leopoldo.

Na medida em que nos aproximamos da subida da serra, os irmãos e irmãs da estrada já vão aparecendo. Devia ter algum evento na Tenda do Umbu, em Picada Café.

É na ida e na volta.

E não é que tinha mesmo? XD

Como pensávamos, sábado ensolarado é sinônimo de Tenda do Umbu lotada de motos. Estávamos a uns 5 km da entrada de Picada Café quando percebemos o pneu murcho. Esse problema nos persegue desde o Atacama, pelo visto. Menos mal que logo que entra na cidade já tem uma borracharia.

Começou…

Sempre tem um doguinho perdido nas oficinas e borracharias 🙂

Consertada a câmara, seguimos viagem.

Passamos por Nova Petrópolis, uma vista sempre agradável na viagem.

Mais uns 30 km e chegamos em Gramado. A função com o pneu atrasou um pouco a viagem, mas conseguimos chegar ainda de dia.

Essa é a entrada do Gramado Camping:

O Gramado Camping é voltado para adeptos dos trailers e motorhomes, mas também tem espaço para barracas e tem cabanas pequenas. Pagamos a diária de R$ 60,00 o casal. O lugar é bem cuidado e tem uma estrutura boa. Alguns proprietários de trailers deixam o veículo lá o ano inteiro, mediante pagamento, e fica meio que sendo uma “casa na serra”.

Esse foi o espaço que escolhemos para montarmos a barraca.

Chegamos ali já era por volta das 17h30, por incrível que pareça, o mais demorado foi atravessar Gramado por dentro, já que estamos na alta temporada na serra. Só deu tempo de montar a barraca e já anoiteceu.

Nossa Nepal 2 pessoas da Azteq.

O frio demanda um cafezinho para aquecer.

Na medida que anoitecia, o relento já se apresentava e a temperatura ia caindo. Colocamos o termômetro para teste, ele indicou 3,5°C de temperatura externa. Mantivemos o sensor externo fora da barraca e o termômetro com o sensor interno dentro da mesma para monitorarmos a diferença de temperatura.

Eram 19h48 da noite, o termômetro indicava temperatura interna de 6,5°C e externa de 3,5°C.

Dessa vez optamos por levar comida pronta, só precisando aquecer depois. Levamos uma sopa feita em casa e utilizamos nosso kit cozinha novo da Guepardo.

Pensamos que talvez seja necessário um modelo de fogareiro que dê mais estabilidade ao recipiente. Essa panela é um pouco maior que a que utilizávamos antes e sempre há um risco de virar, se não for bem equilibrado nas hastes do fogareiro.

Eram quase 22h00, não tem muito o que fazer em um camping afastado da cidade, o jeito é ir preparando os sacos de dormir. A temperatura externa marcava 2°C e a interna, 4°C. Nessa hora tinha duas pessoas na barraca, mas ela estava aberta, só com a tela fechada.

Então, vamos ao que interessa. Dessa vez, não levamos o isolante térmico de EVA, apenas os dois infláveis da Camp e da Naturehike. É importante considerar que ambos são do tipo light e ultralight, e, provavelmente, isso fez diferença na eficácia.

Isolante inflável Essencial Light Mat da Camp
Isolante térmico Ultralight Mummy da Naturehike.

Nós também optamos por levar uma barraca aluminizada da Guepardo, em caso de frio extremo, porém, usamos para forrar o chão e aumentar a isolação térmica.

BALANÇO GERAL DA NOITE:

Sentimos frio durante a madrugada. Mas não aquele frio geral, sentíamos o frio vindo do chão. Era umas 2h00 da manhã quando levantamos para ir ao banheiro e vimos que a temperatura se manteve em 2°C. Em um dado momento vestimos a jaqueta e a calça que usamos para andar de moto, pois o frio estava ficando bastante incômodo.

Entre cochiladas, acordamos por volta das 7h00 da manhã. Logo depois registramos temperatura externa de 4°C.

ANÁLISE DOS EQUIPAMENTOS:

Barraca: Vimos que o número de pessoas que ocupam a barraca e o tempo que ela fica fechada são critérios que definem a diferença entre as temperaturas interna e externa. Aqui percebemos que quando estávamos os dois dentro da barraca, ela concentrava bem o calor do corpo e a temperatura interna aumentava, o conforto era fisicamente perceptível. Pela manhã o termômetro chegou a registrar um aumento em 5 graus nesta diferença, com duas pessoas dentro e após a noite toda fechada.

Sacos de dormir: como eles eram de verão, foi muito importante o uso dos liners, eles realmente aumentam a sensação térmica, dando uma sensação maior de conforto térmico.

Isolantes térmicos (EVA x infláveis): percebemos que, para temperaturas próximas a 0ºC, o isolante de EVA tem capacidade maior de isolação do que os infláveis ultralight. Teríamos que optar entre isolantes térmicos de EVA ou isolantes infláveis com uma espessura maior. Para Ushuaia, decidimos levar dois isolantes de EVA (compraríamos mais um) para garantir um bom isolamento do solo e os dois infláveis ultralight que já temos, para um pouco de conforto físico após um dia sobre a moto.

Vestuário: concluímos também que a nossa segunda pele não é indicada para situações como essa. Nossa segunda pele não tem revestimentos para baixas temperaturas, ela mais ajuda a equilibrar a temperatura, expulsando o suor para fora, porém, ela não retem muito o calor do corpo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Precisamos nos concentrar nos isolantes térmicos e no vestuário na viagem de Ushuaia. Vamos tentar confeccionar uma camada de fleece ou microfibra para adicionar aos liners e sacos de dormir, sempre pensando como organizar tudo isso na bagagem.

Também foi importante percebermos a importância de separar as finalidades de cada equipamento. No fim, a barraca aluminizada não fez nenhuma diferença na tentativa de aumentar a isolação térmica com o solo, pois se trata de um item de emergência cuja finalidade é evitar que não morramos de hipotermia, e não fazer com que durmamos quentinhos. São coisas diferentes.

Antes de partir, um café da manhã e um último registro do lugar. Recomendamos este camping, para quem quiser conhecer, o endereço é R. Venerável, 877. Eles possuem uma página no Facebook.

Na volta, ligamos a GoPro para registrar um pouco do caminho.

A função continua na Tenda do Umbu 😀

Faltam mais ou menos uns 2 meses para a nossa viagem para a Patagônia. Nos sobra um feriado, em setembro, para tentar mais um camping, pensamos em ir a Urubici/SC. Mas veremos até lá. No mais, apesar da noite mal dormida por causa do frio, essa experiência foi super válida. Foi justamente para isso que fizemos esse camping, foi um teste, se for para passar frio, que seja aqui. Essa é a hora de passar os “perrengues” para ir conhecendo os equipamentos, faz parte do processo de planejamento. As sugestões seguem sendo bem vindas, já recebemos muitas dicas super úteis de pessoas que nos seguem nas nossas redes sociais, agradecemos por essa troca. Até o próximo post.

Abraços e pé na estrada!

Nossos equipamentos para camping: o que levar

Olá amigos e amigas da estrada! Resolvemos dar uma pausa nos relatos de camping na serra para dividir com vocês a apresentação de alguns equipamentos que adquirimos para levar para a Patagônia. A grande maioria deles já foi testada em Gramado, nosso último camping – relato aqui na semana que vem.

Sabemos que existe uma variedade de equipamentos dos mais diversos tipos, qualidades e preços e que estamos conhecendo apenas uma parte desta variedade, então, considerem que as nossas futuras impressões sobre estes equipamentos serão totalmente baseadas em nossa experiência pessoal e nas nossas necessidades. Se preferirem, deixem nos comentários aqui ou nas nossas redes sociais quais equipamentos vocês preferem ou recomendam para acampar no frio.

 

ITENS DE PRIMEIRA IMPORTÂNCIA

Os primeiros itens que consideramos fundamentais compõem a tríade que vai nos abrigar do frio como um todo: a barraca, os isolantes térmicos e os sacos de dormir.

A nossa barraca vocês já conhecem, é uma Nepal da Azteq para 2 pessoas. Até agora ela atendeu às nossas necessidades, ela é leve, prática de montar e desmontar, e tem sobreteto para proteger da chuva e da umidade, além de espaços internos nas duas portas para armazenas objetos.

No começo, tínhamos dois sacos de dormir, um de inverno e outro de verão. O de inverno, um Super Pluma da Trilhas e Rumos é muito bom para baixas temperaturas (limite 0°C), porém, é muito volumoso, comprometendo grande parte do espaço da bagagem. Decidimos, então, manter o saco de dormir de verão que já tínhamos, um Dreamlite 500 da Deuter, que oferece eficácia de conforto para +13°C (2,20 m de comprimento) e adquirimos o Micron X-Lite da Nautika, que protege do frio em temperaturas entre 5°C e 8°C (2,15 m de comprimento). Ambos são em formato sarcófago e preenchidos com poliéster, bastante confortáveis.

Dreamlite 500 Deuter Temperatura conforto para +13°C 2,20 m de comprimento

Micron X-Lite Nautika Temperatura conforto entre 5°C e 8°C 2,15 m de comprimento

Já usávamos o isolante térmico de EVA e um inflável da Camp, que tem câmaras longitudinais e pesam 315 g (180x45x2,5 cm aberto). Agora adquirimos o isolante inflável Ultralight Mummy da Naturehike, com câmaras divididas em várias células, pesa 390 g (193x57x3 cm aberto).

Isolante térmico inflável Camp.
Isolante térmico inflável Ultralight Mummy da Naturehike

 

KIT COZINHA

Sentimos a necessidade de melhorar a parte da alimentação, fazendo um upgrade no nosso kit cozinha. Antes usávamos uma panelinha improvisada para cozinhar e comer, junto com o cantil de água. Agora, compramos o kit com 8 peças da Guepardo, para 2 pessoas.
O kit é composto por:
01 panela – 1,5 l
01 frigideira – 600 ml
02 pratos – 270 ml
02 canecas – 200 ml
01 cabo destacável
01 tampa

 

 

OUTROS ACESSÓRIOS

Travesseiros infláveis
Já usávamos o travesseiro inflável Smart da Guepardo. Feito em PVC, é impermeável e pesa 115 g (32,5x47x5cm). Recentemente compramos a Air Basic da Quechua, não encontramos informações sobre o material com que ele foi feito, apenas as dimensões, 27x37x10 cm.

 

Travesseiro inflável Air Basic da Quechua.
Sleeping Bag Liners

Resolvemos testar essa novidade, pelo menos para nós, os sleeping bag liners Thermolite Reactor Extreme da Sea To Summit. Esses liners servem para complementar o saco de dormir em temperaturas baixas, pois ele oferece um acréscimo de +15°C de temperatura.  Tem o formato sarcófago, como os sacos de dormir, feito em 100% poliéster.

Mochila de hidratação
Esta mochila já utilizamos desde a nossa viagem para o Atacama, porém, trocamos o refil para um da Invictus, com capacidade de 3 l (um compartimento de 2 l para água e outro de 1 l para energéticos ou outro líquido de preferência).

Mangueira com mecanismo seguro de abertura para o fluxo de água.
Mochila para câmera
Neste projeto às vezes a tarefa de fotografar vem com desafios, como por exemplo, obter imagens da moto em movimento, na garupa ou fora dela. Pensando na praticidade na hora de produzir fotos durante as viagens, decidimos adquirir uma mochila para colocar a câmera, as lentes e os demais acessórios de fotografia. Esta aqui é bem simples, made in China. Mas é bem prática, cabe a câmera, a lente do kit (18-55mm), nos compartimentos dá para guardar as tampas da lente e do sensor, os cartões SD e as baterias.

Termômetro
Pensamos que seria interessante também registrar o horário e a temperatura que vamos enfrentar nos próximos campings, então encontramos este relógio termômetro digital MT-220 Minipa. Ele registra a temperatura interna e tem um sensor com cabo de extensão que capta a temperatura externa.
Por enquanto é o que conseguimos para nos preparar para um bom camping em um lugar frio. Como dissemos anteriormente, a maioria deles já foi testada em Gramado nos dias 21 e 22 de julho, nosso último camping. Foi uma noite que fez 2°C, será que eles deram conta do recado? Daqui a alguns dias vocês saberão como foi.
Abraços e pé na estrada!

 

 

 

 

A próxima viagem

Olá amigos e amigas da estrada! Vocês puderam acompanhar até aqui os nossos relatos e imagens da viagem que fizemos ao Atacama em outubro de 2017, e, entre tantas coisas boas para se guardar dessa jornada, ficaram muitos aprendizados. O principal deles é que queremos continuar a explorar as estradas por aí afora até onde a vida nos permitir, já que existem muitos lugares maravilhosos que ainda não conhecemos. Então, decidimos que este ano vamos até Ushuaia, percorrendo toda a Carretera Austral, e queremos seguir compartilhando essa jornada com vocês.

Assim como a viagem do Atacama, estamos tentando planejar tudo com a maior antecedência possível. Neste caso, até mais, pois é uma viagem mais longa. Para o Atacama foram 17 dias no total, agora, para o Ushuaia vai dar aproximadamente  uns 30.

Outra situação inédita é que, dessa vez, vamos acampar em algumas das cidades do trajeto. Não temos experiência com viagens longas acampando, então estamos pesquisando o máximo possível sobre equipamentos que suportem as temperaturas da Patagônia. Nos demais locais, ficaremos em hostels, até para carregar as baterias dos equipamentos eletrônicos, e reservar uns dias para um chuveiro mais decente e uma cama não faz mal a ninguém.

Estamos no mês de junho aqui no RS, então, como parte do planejamento, estamos aproveitando as baixas temperaturas aqui para testar alguns itens que já adquirimos, como isolantes térmicos, sacos de dormir, liners, e até uma lente nova para a nossa câmera. Para isso, fomos acampar em duas cidades da serra gaúcha, Canela e Cambará do Sul nos feriados de páscoa e de 1º de maio. A partir de agora, as próximas postagens serão os relatos sobre a nossa ida até o Parque da Cachoeira (Canela) e os cânions Fortaleza e Itaimbezinho (Cambará do Sul), com as nossas impressões sobre os equipamentos testados.

A embalagem do nosso saco de dormir, que até que chegou rápido tendo em vista a “agilidade” nos nossos correios.
Nossa Canon T5i com a lente nova, 70-300.

Assim como foi no Atacama, nosso plano é ir a Ushuaia lá por outubro também, já que esse é o nosso período de férias. Temos 3 meses para nos planejarmos. Sintam-se à vontade para nos dar dicas e sugestões que possam nos ajudar no planejamento desta viagem, elas serão muito bem vindas, principalmente de quem já teve essa experiência. Podem comentar aqui no blog ou nas nossas redes sociais. Até lá vamos atualizando vocês sobre a nossa preparação, aproveitando todo o aprendizado do Atacama e das nossas experiências nos campings da serra gaúcha. Aproveitamos para agradecer as mensagens que estamos recebendo sobre a viagem ao Atacama, os feedbacks e as trocas estão sendo maravilhosas e nos ajudam muito.

Abraços e pé na estrada!