PROJETO (QUASE) USHUAIA 2018 – 11º, 12º e 13º dias

Data: 25, 26 e 27/10/2018

Terceiro dia de folga, dia de passeio no Cerro Catedral! Fomos de manhã ainda para aproveitarmos bem. Pagamos 1.180 pesos a entrada para o Cerro (590 pesos por pessoa). No site do local tem informações mais detalhadas sobre as tarifas, quem tiver interesse, pode acessar https://www.catedralaltapatagonia.com/tarifario.php .

Na entrada é bem parecido com o Cerro Campanário, só que no Campanário a gente não sobe até as montanhas de neve. É um outro panorama.

Entrada do Cerro Catedral.

Para chegar lá, a gente pega um primeiro teleférico, que nos leva a uma estação, uma espécie de paradouro.

Primeiro teleférico

Entrada do segundo teleférico, que sobe até o Cerro.

De lá, a gente tem que pegar um segundo teleférico, que vai nos levar para o Cerro.

No final da viagem de teleférico eles nos fotografam e oferecem a foto por 300 pesos. Eles mandam revelar em uma loja no centro de Bariloche e nos dão o recibo para retirar depois.

A foto tirada no teleférico, na chegada ao Cerro.

Já era quase hora do almoço, então resolvemos ficar por lá. Ali tem um restaurante panorâmico bastante aconchegante. Comemos por ali mesmo. A essa altura já não estávamos registrando de forma detalhada todas as nossas despesas, então não temos a informação do quanto gastamos ali. Os contratempos com a moto nos desacomodaram de um jeito que, ali só queríamos relaxar e curtir, estávamos precisando, principalmente porque essa jornada ainda não tinha terminado.

Isn’t it?

Aproveitamos a paisagem dali, pois não estamos acostumados a tanta neve assim.

Curiosidade: vimos muitas luvas pelo caminho, no chão. Achamos que o povo tenta tirá-las para fotografar e acaba caindo lá embaixo… rsrsrs

De lá, tentamos ir até o Hotel Llao Llao, mas não conseguimos chegar até lá. Aconteceu o que temíamos. Notamos outro raio quebrado. Não acreditávamos que teríamos que desembolsar novamente com esse conserto. Enfim, levamos a moto de novo na oficina do Alejo, mesmo processo. Ele levaria no “bicicletero” e entregaria no dia seguinte no final da tarde.

Bom demais para ser verdade… outro raio quebrado…

O passeio meio que acabou ali, voltamos para o hostel, contatamos o mecânico e levamos a moto lá. Depois saímos para jantar, e assim foram os outros dias também.

Lá e aqui outra vez…

Quanto às despesas normais, conseguimos manter uma média de 2.000 a 3.000 pesos por dia (o que corresponde a mais ou menos 300 a 400 reais). Mas o novo conserto saiu por mais 2.000 pesos. Somando com o anterior, foram 5.000 pesos gastos até agora nessa função. Já estamos pensando que talvez já seja hora de voltar para casa.

No próximo post, o rumo ao desconhecido. O início da volta para casa foge mais uma vez do planejado, afinal, já que é para ter aventura, não é mesmo? Abraços e pé na estrada!

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