De moto para o Atacama – 15º DIA

SEGUNDA-FEIRA, 30/10/2017

A chuva foi tão forte que não poupou algumas pequenas criaturas. Mas nós sobrevivemos. Hora de partir.

Hoje, tirando o calor, vai ser molezinha pegar a reta da RN16 até a ponte General Belgrano, em Corrientes. Os mesmo 442 km. Só precisamos que os postos de combustível estejam nos lugares certos e bem que tivemos sorte até agora. Não comentamos na ida, mas agora na volta percebemos bastante reformas nas duas pistas da RN16, mais precisamente na altura de Resistencia. Como esta viagem foi feita em outubro, talvez agora o cenário esteja um pouco diferente. Talvez.

A viagem seguiu sem grandes percalços, passamos de volta por Pampa Del Infierno, Roque Sáenz Peña, Resistência e logo enxergamos a ponte General Belgrano. Chegamos de volta a Corrientes.

Desta vez, o Hostel Golondrina estava lotado. Cá entre nós, não ficamos tão chateados assim. A própria funcionária deles nos indicou outro hostel em uma praça bem próxima dali, em frente a uma delegacia de polícia. Muito melhor para estacionar a moto. Este hostel não consta no Google, quase não encontramos o endereço. Mas estava ali. Ao entrarmos e fazermos o check in, vimos que este hostel (chamado Hostel Corrientes – nome para não esquecer nunca mais) era mais acolhedor, as instalações eram melhores e, de quebra, também era mais barato. Enquanto o Golondrina cobrou 850 pesos, este cobrou 650. Duzentos pesos faz diferença.

O hostel fica localizado na Calle Buenos Aires, 508, na praça em frente a uma delegacia. Fonte: Google Imagens.
Logo no cartão de visitas do Hostel Corrientes. Fonte: Google Imagens.

Ainda precisávamos comprar mais pesos argentinos, aquela confusão toda nos fez perceber que não eram só nossos pesos chilenos que estavam acabando. Não havia casas de câmbio na redondeza, então recorremos mais uma vez ao nosso novo amigo, Raphael. Ele foi até o hostel e nos socorreu, garantindo nosso tanque cheio do outro dia… hahaha… (gratidão eterna, Raphael!).

Fomos jantar, desta vez paramos em um foodtruck na orla do Rio Paraná e saboreamos uma milanesa com fritas, um hambúrguer e refrigerante (sem cerveja por hoje) por 305 pesos. Já estávamos no espírito da volta para casa, então fomos dormir. Próximo dia, fronteira para o Brasil! Abraços e pé na estrada!

 

 

 

 

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